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Brasil e China fecham 20 acordos de cooperação

 Parcerias serão firmadas em setores como  tecnologia, energia e educação

O Brasil e a China fecharam cerca de 20 acordos de cooperação durante visita da presidente Dilma Rousseff ao país asiático, informou a agência de notícias chinesa Xinhua nesta terça-feira (12).

O presidente chinês, Hu Jintao, e a presidente brasileira assinaram um comunicado conjunto, após se reunirem em Pequim, no qual afirmaram que os dois países continuarão a promover a cooperação comercial e de investimento.

Brasil e China assinaram uma série de documentos de cooperação, que incluem os setores de alta tecnologia, energia, aviação, educação e agricultura. A agência não especificou, no entanto, o valor exato dos acordos.

Entre os documentos assinados, está um memorando de entendimento sobre o estabelecimento de um centro de pesquisa e inovação sino-brasileiro de nanotecnologia. Os dois países planejam desenvolver também cooperação em tecnologia de bambu, recursos hídricos, esportes, agricultura e educação.

Nos termos da cooperação entre as organizações e as empresas dos dois países, a China e o Brasil anunciaram 13 acordos relevantes nos campos de mídia, educação e aviação, entre outros.

Falando de forma positiva sobre as conquistas que o Brasil e a China fizeram na cooperação comercial e econômica, o comunicado conjunto destaca que os dois países estão satisfeitos com o rápido crescimento do comércio e dos investimentos bilaterais.

Comércio

A China informou ainda que vai incentivar as empresas a aumentarem as compras de produtos de alto valor agregado do Brasil. Por sua vez, o Brasil reafirmou que irá rapidamente tratar do seu compromisso de reconhecer a China como economia de mercado, de acordo com os termos da ação conjunta dos dois países, segundo o comunicado.

O dois líderes também apelaram para que a Rodada de Doha produza resultados abrangentes e equilibrados a fim de resolver os problemas dos países menores do mundo desenvolvido, disse a Xinhua.

Os dois países concordaram em cooperar mais estreitamente na reforma dos sistemas monetário e financeiro internacionais no âmbito da estrutura do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) e pediram uma ampliação da supervisão, a fim de evitar novas crises, enquanto trabalham em direção à recuperação econômica global, destacou a agência.

O vice-premier chinês, Wang Qishan, disse em um seminário fechado entre empresários da China e do Brasil que o gigante asiático deseja trabalhar com o país para impulsionar a cooperação entre as empresas chinesas e brasileiras.

Em seu discurso, Wang ressaltou a cooperação efetiva entre China e Brasil em áreas como energia, recursos naturais, finanças, agricultura, ciência e infraestrutura.

Dilma, que também participou do seminário, afirmou que o Brasil atribuía grande importância à parceria estratégica bilateral e tinha feito esforços ativos para reforçar a cooperação pragmática entre os dois países.

Wang pediu também que ambos os países implementem seriamente um plano de ação conjunta e usem a Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Coordenação e Cooperação) como uma plataforma para criar bons ambientes de negócios para as empresas das duas nações.

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